domingo, 23 de fevereiro de 2014

"A mulher desperta não usa o sexo ou a sua feminilidade para manipular ou conseguir o que quer. 
Ela já não se envolve em amores onde o coração está ausente, ela escolhe fazer amor conectado, orgânico, completamente recíproco e a partir de um ego saudável. 
Ela já não se permite usar o sexo como um substituto para a verdadeira intimidade ou como distração de feridas não resolvidas. 
Ela não receia ser apelidada de puritana ou de puta por tomar as suas próprias decisões conscientes em torno do sexo.
Ela não permite que o patriarcado, a religião, a política, os meios de comunicação, ou que o ego masculino doentio definam sexo, beleza, ou os relacionamentos por ela.
A sua relação com o sexo é a sua própria e vem de dentro, não do que foi lhe ditado, toda a vida, por uma cultura que não valoriza a sexualidade saudável."
Jessica Bahr

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